Congregação Beneditina do Brasil

Descrição

Escudo partido: O primeiro, de azul com uma torre de prata firmada em um contra-chefe de verde com um rio de prata aguado de azul escoando de sua porta e encimada por um sol de ouro; o segundo, de vermelho com um leão rompente de ouro sustentando um báculo em pala do mesmo.

Explicação: O brazão paterno de São Bento é: em campo azul leão de prata coroado de ouro e, o brazão materno é em campo azul torre de prata entre duas arvores assentes em terreno de verde.

Os elementos dos dois brazões apógrifos dos peis de São Bento serviram para a creação do brazão da Congregação Luso-Beneditina que acrescentava, por diferença, o sol, rio e báculo. Era usado por todos os Mosteiros e Abades como Único brazão até o primeiro Abade Vitalicio da Congregação Brasileira, Dom Frei Domingos da Transfiguração Machado.

Observação

Brasão já existente antes de irmão Paulo, que o reproduziu diversas vezes ao longo da vida.

O ano de 1827 representa apenas a fundação da Congregação Brasileira, após separar-se de Portugal, mas as armas são de antes disso.

Fonte

Descrição e 1ª imagem: Brazonario Bahiano.

2ª imagem: Acervo Luiz Americo Lisboa Junior.

3ª imagem: enviada por D. Gilvan, O.S.B., do Mosteiro da Bahia.

4ª imagem: A Grande Salvador – Posse e Uso da Terra (1978).

5ª imagem: PRETO, Jorge. Irmão Paulo Lachenmayer, O.S.B., magistral renovador da Heráldica eclesiástica brasileira. Armas e Troféus: Revista de História, Heráldica, Genealogia e Arte. Lisboa, IX série, tomo 24, 2022. (Armorial Eclesiástico Brasileiro, de irmão Paulo Lachenmayer).

6ª imagem: Riviére Leilões.

7ª e 8ª imagem: Bahia com História (1938).

9ª image: Livro Velho do Tombo do Mosteiro de São Bento da Cidade do Salvador (1945)